quinta-feira, 25 de junho de 2009
O botão da camisa
Certa vez fui contratada para elaborar um projeto de marketing com os objetivos de fortalecer a marca e ampliar as vendas. Assumi o compromisso. Porém, logo na primeira semana percebi que havia algo errado. As peças fundamentais para o planejamento dar certo – as pessoas - estavam desestimuladas e desorientadas e me vi perante a um desafio ainda mais interessante. Arregacei as mangas e refiz todo o planejamento. No timeline, prorroguei alguns dias a veiculação da campanha para dar espaço a ações de endomarketing e a eventos de motivação e planos de carreira. Foi ótimo; a maioria absorveu a 'nova empresa', quebrando velhos paradigmas. Passei a contar com um time comprometido. Não adiantava continuar em frente deixando problemas para trás. Como eu sempre digo, quando você começa a abotoar a camisa pelo buraco errado, no final vão sobrar botões (ou faltar!). Foi um trabalho e tanto. Adorei!
sábado, 20 de junho de 2009
Ação e reação
“Chefe, quero lhe dizer que, quando comecei a trabalhar nesta empresa, não estava contente e vinha porque não havia outro remédio. Mas, há algum tempo, me perguntaram o que penso e contam comigo como ser humano. Quero lhe dizer que agora eu gosto de vir trabalhar”. Luis Carreto Clavo, autor do livro Aristóteles para Executivos, utiliza este depoimento para ratificar que um dos gestos mais nobres que podemos ter com um ser humano é perguntando a ele o que ele pensa sobre o que estamos fazendo juntos. Pensei: existe uma forma diferente de tratar nossos companheiros de trabalho, empregados, colaboradores, fornecedores e clientes sem ser agindo com a verdade?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Metamorfóricos
Nós, consumidores, somos realmente surpreendentes quando o assunto é comportamento. Somos quase previsíveis. Analisar os valores cognitivos, personalidades, atitudes e influências sócio-culturais, entre outros fatores, nem sempre é o suficiente para garantir o sucesso de um produto, de uma marca. Definitivamente não há regras para o comportamento. E isso é apaixonante, um desafio.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Quem quer?
É imprescindível considerar a cultura local antes de lançar um produto em um novo mercado. Isso todo marqueteiro sabe. Experimente vender margarina branquela no Nordeste! Ou a mais amarela e mais salgada no Sul para ver quem quer! Pois é, nordestino está acostumado com a tal manteiga da terra , conhecida também como manteiga do sertão ou manteiga de garrafa que tem um sabor mais acentuado, fora a cor amarelo-cor-do-sol. Eu nunca havia ouvido falar! Sou da seguinte opinião: cada dia eu me preparo para aprender ainda mais no dia seguinte.
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